domingo, 22 de janeiro de 2012

DE COSTAS...

De costas para o passado Cabeça erguida para o futuro Mesmo tendo questões mal Resolvidas, com a alma doída Sentida, por todo sentimento de culpa Que a mim quiseram infiltrar... Tenho sim minha parcela, Mas de desamor? Disso não me podem culpar. Fui sim, incompreendida, Cuspida da vida Pouco valorizada Entregue a um amor egoísta Que só visava seu bem estar [...] Cada um que olhe seu nariz e Converse com seus botões Se realmente seus preceitos Podem sucumbir o dos outros Se não errou em nada, Nunca enganou foi perfeito... Hoje, de costas para este ledo engano Amanhã de frente! Nunca mais o abandono... (D.A)